Histórias de Cobertura Rio+20: a presença de Egdar Morin

Perdi uma coisa durante a cobertura da Rio+20 que não terei como recuperar. Perdi de estar com Edgar Morin, figura pública e um dos grandes pensadores contemporâneos vivos. Ele esteve no Sesc, em Jacarepaguá (RJ), a partir de articulações do senador Cristovam Buarque, da Escola de Altos Estudos da França, do sociólogo Alfredo Pena-Vega e do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB).

Quem me contou da presença dele foi Andrea Vilhena, jornalista e doutoranda do CDS da UnB que esteve na palestra e no evento. Andrea e eu nos encontramos no Pier Mauá no dia em que fui com Sthael fazer material para a Agência, na quarta-feira (dia 20). Perguntei se Andrea podia me ceder uma foto de Morin com seus mais de 80 anos e boina à la francesa, que ela me mostrou, e também um pequeno texto explicando o evento, que acontecera na terça, dia 19.

Egdar Morin veio à Rio+20 enfatizar a ética com que devemos tratar das questões de sustentabilidade e desenvolvimento.

Histórias de Cobertura Rio+20: pedras no caminho

Na quarta-feira (dia 20 de junho), nossa idéia era fazer material no Forte Copacabana e depois no Pier Mauá. Ao descermos do ônibus, vimos uma fila de duas horas à nossa frente para ir à exposição Humanidade2012. Não era possível esperar. Decidimos então gravar o material dos prefeitos que assinaram acordo para redução da emissão de gases de efeito estufa na noite de terça ali no final da Ave. Atlântica.

Logo mais à frente, no calçadão, onde gravamos o vídeo, está a escultura de Carlos Drummond de Andrade. Não pude deixar de me sentar ao lado dele e perguntar sobre as pedras no caminho, como pensei em fazer no dia anterior.